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O Brasil está enfrentando em sua economia uma forte crise que reflete à população como um todo, tanto no desemprego quanto no corte dos benefícios, obrigando grande percentual dessa população a enfrentar o Sistema Único de Saúde, cuja acessibilidade é precária devido à demora para ser atendido, congestionando os postos de saúde e hospitais públicos. Para tanto as operadoras de saúde suplementar estão perdendo beneficiários de sua carteira e passando por profundas dificuldades em comercializar seus produtos. Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS em seu caderno de informações da saúde suplementar trimestral, informa a presente situação do setor, onde 45 operadoras médico-hospitalares deixaram de comercializar. Em decorrência 1.078.844 beneficiários foram cancelados ou cancelaram os benefícios oferecidos pelas operadoras entre dez/2014 e dez/2015. Qual a melhor saída para as operadoras e usuários do benefício/produto? Trabalhar diferenciais, reduzir o índice de sinistralidade e melhorar o atendimento ao beneficiário está sendo e será um desafio para as operadoras em sua gestão. Mas como satisfazer e ao mesmo tempo conquistar o público? Melhorar a comunicação e interação com o beneficiário pode ser trabalhada em campanhas orientativas para a formação psicológica de conceitos importantes a sintomas que podem ser tratados em casa, mas que leva os usuários com frequência a hospitais e clinicas. Ter uma boa relação com a rede prestadora e remunerar bem os consultórios é muito saudável para a operadora, pois ela será responsável pelo tratamento dos beneficiários. Na maioria das vezes em nossa atualidade, por serem mal remunerados, os médicos fazem as chamadas consultas relâmpagos, onde são obrigados a ganhar pelo número de beneficiários atendidos, em consequência, simples sintomas que poderiam ser sanados com uma medicação acabam sendo generalizados em solicitações exorbitantes de exames e mais consultas para acompanhamento. Escolher a operadora que irá administrar seu plano de saúde é sem dúvida uma enorme responsabilidade, pois é necessário conhecer qual a metodologia de trabalho da operadora, os direitos como usuário do plano que deseja adquirir e ter uma visão integral da rede oferecida, mas não somente, é fundamental ter consciência de seus sintomas, não é por que você está pagando que precisa usar desnecessariamente o produto, afinal de contas isso prejudica você como usuário também, que acaba se desgastando em ter que se deslocar a consultórios, clinicas e hospitais. Para melhorar precisa se/e conscientizar!   _______________________________________________________________ Autor: Pedro Henrique Moreira |. Atua diretamente na área administrativa financeira e operacional em Operadora. Fonte: ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar